Sabe aqueles rabiscos de telefone? Aqueles desenhos e palavras que simplesmente são passados para o papel quando sua mente divaga ao falar com alguém, que parecem até psicografados. Pois então, criei esse espaço justamente para isso, jogar aqui os pensamentos, ideias e conteúdos que surgem a esmo nesta minha mente confusa e ver se aparece algo que preste. Veremos...
domingo, 25 de novembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
ROMAMOR
Quem tem boca vai a ROMA, já quem tem coração inverte a ordem das letras e vai até o infinito se quiser.
domingo, 7 de outubro de 2012
Das eleições
Me convidaram para a tal festa da democracia. Chego na festa e nem um drink me oferecem!
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
domingo, 23 de setembro de 2012
Samba da Mania
Admitamos
Que o meu amor por ti
Não passe de uma mania
E nós sabemos
Que mania é sentimento
Que não toca o coração
Essa maldita
Se impõe e perpetua
Por sua pura tirania
Já o amor
É sentimento que acontece
Sem qualquer explicação
Não sendo amor
O que eu sinto
Eu te peço pra sair da minha vida
Porque essa
Minha mania de você
Já está dando o que falar
Se fosse amor
Me sentiria vez em quando
Embriagado de alegria
Sendo assim
Essa dor dentro do meu peito
Deve ser bolha de ar
Que o meu amor por ti
Não passe de uma mania
E nós sabemos
Que mania é sentimento
Que não toca o coração
Essa maldita
Se impõe e perpetua
Por sua pura tirania
Já o amor
É sentimento que acontece
Sem qualquer explicação
Não sendo amor
O que eu sinto
Eu te peço pra sair da minha vida
Porque essa
Minha mania de você
Já está dando o que falar
Se fosse amor
Me sentiria vez em quando
Embriagado de alegria
Sendo assim
Essa dor dentro do meu peito
Deve ser bolha de ar
sábado, 22 de setembro de 2012
Não fala
Você pode me falar sobre a sua vida, o seu trabalho, as suas preocupações.
Pode me falar sobre a sua família, seu passado, as suas histórias da escola.
Se quiser me fala sobre a cor que vai pintar as unhas na próxima vez que for ao salão, ou como quer cortar o cabelo bem curto e como sempre desiste de cortá-lo assim na última hora.
Pode me falar sobre os seus ódios, as suas dores ou sobre como você “tem certeza” que engordou nas últimas semanas.
Me fala sobre o sapato em liquidação que você viu, sobre a sua tia que acenou da janela, sobre o café que tomou e estava forte.
Me fala sobre futilidades, sobre amenidades, fala que me ama, que me odeia, diz qualquer merda!
Só não diz que vai embora...
...por favor.
Não agora.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Patinho Feio
“Como ela é linda!”, ele disse.
Ela já a tinha visto muitas vezes antes.
Se conheciam.
Até tinham trocado algumas palavras, mas ele nunca tinha notado nela algo que lhe chamasse a atenção.
Nada demais. Nada de menos.
Mas naquele dia em especial seu queixo caiu. Ele estava bobo. Embasbacado. Ou melhor, naquela noite.
Naquela noite quando seus olhos se encontraram ele sentiu um calafrio percorrer sua espinha.
Algo diferente tinha acontecido.
E após isso ele não mais conseguia desviar seu olhar dos olhos castanhos e magnéticos daquela mulher.
Sentaram na mesma mesa de amigos em comum. Papo casual. Small talk.
Ele enfeitiçado.
Ela indiferente.
Ele intrigado.
Ela natural.
“Mas por quê?”, pensou, “Por que de uma hora para outra ela passou de coadjuvante à femme fatale no meu enredo?”
O que ele não sabia até então, mas viria a descobrir nesta noite, é que toda mulher tem esse poder.
O poder de chamar a atenção de um homem quando assim desejar.
Se for sua vontade ela pode passar despercebida, camuflada em seu habitat como um camaleão que se esconde de seu predador.
Mas se, por outro lado, ela desejar que você não só a note, mas que também a deseje e até sofra por ela. Ela o faz. Sem maiores dificuldades.
E assim foi.
Ela acendeu nele a paixão por pura maldade.
Por vaidade.
Por luxúria.
Por esporte.
Ele caiu feito um patinho.
Patinho feio.
E como na história do patinho ele foi rejeitado.
Triste modo de aprender que nós homens somos meros fantoches nas mãos das poderosas mulheres.
Afinal, elas tem o poder de nos encantar;
Ou destruir;
Quando assim quiserem;
Como em um passe de mágica.
Faz pelo menos uma semana do acontecido e ele ainda se surpreende repetindo para si mesmo, baixinho: “Como ela é linda! Como ela é linda!”
Ela já a tinha visto muitas vezes antes.
Se conheciam.
Até tinham trocado algumas palavras, mas ele nunca tinha notado nela algo que lhe chamasse a atenção.
Nada demais. Nada de menos.
Mas naquele dia em especial seu queixo caiu. Ele estava bobo. Embasbacado. Ou melhor, naquela noite.
Naquela noite quando seus olhos se encontraram ele sentiu um calafrio percorrer sua espinha.
Algo diferente tinha acontecido.
E após isso ele não mais conseguia desviar seu olhar dos olhos castanhos e magnéticos daquela mulher.
Sentaram na mesma mesa de amigos em comum. Papo casual. Small talk.
Ele enfeitiçado.
Ela indiferente.
Ele intrigado.
Ela natural.
“Mas por quê?”, pensou, “Por que de uma hora para outra ela passou de coadjuvante à femme fatale no meu enredo?”
O que ele não sabia até então, mas viria a descobrir nesta noite, é que toda mulher tem esse poder.
O poder de chamar a atenção de um homem quando assim desejar.
Se for sua vontade ela pode passar despercebida, camuflada em seu habitat como um camaleão que se esconde de seu predador.
Mas se, por outro lado, ela desejar que você não só a note, mas que também a deseje e até sofra por ela. Ela o faz. Sem maiores dificuldades.
E assim foi.
Ela acendeu nele a paixão por pura maldade.
Por vaidade.
Por luxúria.
Por esporte.
Ele caiu feito um patinho.
Patinho feio.
E como na história do patinho ele foi rejeitado.
Triste modo de aprender que nós homens somos meros fantoches nas mãos das poderosas mulheres.
Afinal, elas tem o poder de nos encantar;
Ou destruir;
Quando assim quiserem;
Como em um passe de mágica.
Faz pelo menos uma semana do acontecido e ele ainda se surpreende repetindo para si mesmo, baixinho: “Como ela é linda! Como ela é linda!”
sábado, 15 de setembro de 2012
Rotavírus
Ele acordou como se o Sergio Reis estivesse soprando o berrante dentro da sua cabeça.
Olhou para o vaso sanitário. Ajoelhou. E digamos que 'rezou'...
Levantou meio desequilibrado.
Lágrimas nos olhos.
Lembrou que por inúmeras vezes as (muitas) latas de cerveja passavam de mão em mão, boca em boca na noite anterior.
Pensou e concluiu: "Devem ter me passado esse tal de rotavírus."
Resolveu dormir.
À noite estava melhor.
Abriu uma cerveja e ligou para os amigos...
Essa pode ser uma história verídica ou não.
Pode acontecer com você ou comigo.
Você decide.
Mas o principal é: cuidado com o tal rotavírus.
Ele está à solta na noite portoalegrense e pode ser muito perigoso!
Olhou para o vaso sanitário. Ajoelhou. E digamos que 'rezou'...
Levantou meio desequilibrado.
Lágrimas nos olhos.
Lembrou que por inúmeras vezes as (muitas) latas de cerveja passavam de mão em mão, boca em boca na noite anterior.
Pensou e concluiu: "Devem ter me passado esse tal de rotavírus."
Resolveu dormir.
À noite estava melhor.
Abriu uma cerveja e ligou para os amigos...
Essa pode ser uma história verídica ou não.
Pode acontecer com você ou comigo.
Você decide.
Mas o principal é: cuidado com o tal rotavírus.
Ele está à solta na noite portoalegrense e pode ser muito perigoso!
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Juros
- Jura?
- Juro!
- Jura quantas vezes?
- Dez vezes eu juro!
- Só? Sem acréscimo?
- Para acrescer só se for sem juras.
- Sem juras não vale!
- Dez juras não é suficiente?
- Dez vezes com juras, sim. Onze vezes sem juras, não.
- Ah, então eu não juro mais nada!
- Sério? Pode ser uma vez só então... sem juro.
- Juro!
- Jura quantas vezes?
- Dez vezes eu juro!
- Só? Sem acréscimo?
- Para acrescer só se for sem juras.
- Sem juras não vale!
- Dez juras não é suficiente?
- Dez vezes com juras, sim. Onze vezes sem juras, não.
- Ah, então eu não juro mais nada!
- Sério? Pode ser uma vez só então... sem juro.
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