Ele acordou como se o Sergio Reis estivesse soprando o berrante dentro da sua cabeça.
Olhou para o vaso sanitário. Ajoelhou. E digamos que 'rezou'...
Levantou meio desequilibrado.
Lágrimas nos olhos.
Lembrou que por inúmeras vezes as (muitas) latas de cerveja passavam de mão em mão, boca em boca na noite anterior.
Pensou e concluiu: "Devem ter me passado esse tal de rotavírus."
Resolveu dormir.
À noite estava melhor.
Abriu uma cerveja e ligou para os amigos...
Essa pode ser uma história verídica ou não.
Pode acontecer com você ou comigo.
Você decide.
Mas o principal é: cuidado com o tal rotavírus.
Ele está à solta na noite portoalegrense e pode ser muito perigoso!
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